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Aquilo que INCOMODA nos faz CRESCER

Podemos contemplar as belas pétalas das rosas, apesar dos espinhos. As piores pessoas têm pétalas. E as melhores pessoas têm espinhos também. Toda rosa tem espinhos. Nada é absolutamente bom ou ruim. A parte “chata” também faz parte. Perceber o que incomoda nos dá mais poder para atuar. Seja para promover a mudança, o perdão, buscar alternativas ou apenas agradecer e deixar ir.

Se os espinhos te ferem, deixe os ir embora, em paz. Se te mostram o novo, aprenda! Se você sabe lidar com eles de verdade, então ensine… E talvez um pouco de tudo isso.

Os espinhos têm sua função, tanto para a rosa, quanto para quem a contempla. Em muitos casos: auto-preservação e possível aprendizado.

Vale ressaltar que as pétalas promovem pouco aprendizado, pois não incomodam: elas acomodam.

No trabalho amado, supere as dificuldades, para colher os frutos. Na sociedade, honre as diferenças em nome da paz e do aprendizado. Com os próximos, elogie em público (pétalas) e critique no particular (espinhos). Consigo próprio, aprenda com os erros.

Na família, agradeça de verdade a seus pais, por pior que possam ter sido. Pois, provavelmente, foi desse “pior” deles, que veio suas melhores qualidades.

Quando há Amor, podemos valorizar as qualidades com seus defeitos.

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Fazer agora!

Quem espera as condições ideias, nunca vai conseguir SEGUIR EM FRENTE. O pouco que se faz AGORA é melhor que o nada de antes. O impossível é apenas uma opinião. É buscando o impossível, que descobrimos o que É POSSÍVEL. Antes de tudo dar certo, tudo dá errado mesmo; que tal CONTINUAR SEMPRE?! Experimente se ver fazendo agora e logo em seguida FAÇA!

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As amarras mentais podem ser mais fortes do que as físicas.

Talvez, em breve, você se surpreenda ao se indagar sobre a importância que dava a tão pouco.

Isso mesmo! Talvez aquilo que esteja te tirando o sono hoje não terá nenhuma importância daqui há 5 anos. Essa sensação pode ser programada para agora, desde que de modo congruente com seus valores. Você pode mudar as estratégias mentais que te fazem um atual prisioneiro desses padrões, criando novas memórias futuras.

Rodrigo Alex